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27.06.2016
Política
A Suécia reduziu a jornada de trabalho para 6 horas diárias; veja o que aconteceu 1 ano depois
Blog 40 Horas
Arte Jaws Digital

 

O bem estar da população é assunto sério na Suécia. Esforçando-se para se manter na vanguarda no que diz respeito aos direitos trabalhistas, a Suécia começou, em 2015, a testar reduzir a jornada de trabalho, de 8 para 6 horas diárias, sem redução de salário. E os resultados começaram a aparecer.
Passado um ano, as autoridades garantem que o saldo é totalmente positivo: redução de faltas, maior produtividade e melhora até mesmo na saúde dos empregados. “Tivemos 40 anos de uma semana de trabalho de 40 horas. Hoje temos uma sociedade com índices mais altos de faltas por motivos de saúde e de aposentadoria antecipada”, afirma Daniel Bernmar, líder do Partido da Esquerda na Câmara Municipal de Gotemburgo, responsável pelo experimento. Daniel espera em breve instituir oficialmente a nova carga.
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Algumas empresas tiveram de contratar novos funcionários, mas a maioria garantiu que o aumento da produtividade compensou o horário menor.
“Pensamos que a redução da semana de trabalho nos obrigaria a contratar mais funcionários, mas isso não aconteceu, porque todo mundo está trabalhando de modo mais eficiente”, disse Maria Brath, fundadora de uma startup em Estocolmo, que há três anos dobra sua receita e lucro anualmente – e o mesmo se deu com a jornada reduzida.
Empregados da Toyota em Gotemburgo garantem estar mais felizes, assim como seus patrões, pois o rendimento da empresa subiu em um ano. A jornada reduzida não é novidade no Suécia – somente um por cento da população trabalha mais de 50 horas por semana. Segundo as autoridades, não só a jornada menor como a flexibilização dos horários são o futuro do trabalho – ao menos na Suécia, um raro país onde o futuro parece sempre estar de fato logo ali.

Matéria Yahoo

O bem estar da população é assunto sério na Suécia. Esforçando-se para se manter na vanguarda no que diz respeito aos direitos trabalhistas, a Suécia começou, em 2015, a testar reduzir a jornada de trabalho, de 8 para 6 horas diárias, sem redução de salário. E os resultados começaram a aparecer.

Passado um ano, as autoridades garantem que o saldo é totalmente positivo: redução de faltas, maior produtividade e melhora até mesmo na saúde dos empregados. “Tivemos 40 anos de uma semana de trabalho de 40 horas. Hoje temos uma sociedade com índices mais altos de faltas por motivos de saúde e de aposentadoria antecipada”, afirma Daniel Bernmar, líder do Partido da Esquerda na Câmara Municipal de Gotemburgo, responsável pelo experimento. Daniel espera em breve instituir oficialmente a nova carga.

Algumas empresas tiveram de contratar novos funcionários, mas a maioria garantiu que o aumento da produtividade compensou o horário menor.

“Pensamos que a redução da semana de trabalho nos obrigaria a contratar mais funcionários, mas isso não aconteceu, porque todo mundo está trabalhando de modo mais eficiente”, disse Maria Brath, fundadora de uma startup em Estocolmo, que há três anos dobra sua receita e lucro anualmente – e o mesmo se deu com a jornada reduzida.

Empregados da Toyota em Gotemburgo garantem estar mais felizes, assim como seus patrões, pois o rendimento da empresa subiu em um ano. A jornada reduzida não é novidade no Suécia – somente um por cento da população trabalha mais de 50 horas por semana. Segundo as autoridades, não só a jornada menor como a flexibilização dos horários são o futuro do trabalho – ao menos na Suécia, um raro país onde o futuro parece sempre estar de fato logo ali.

 

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02.05.2016
Movimento Sindical
Viva o 1º de maio
Blog 40 Horas
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"A data universal de comemoração do Dia do Trabalhador levou tempo a ser estabelecida. Reverenciando os ritos pagãos de chegada da primavera no Hemisfério Norte e respeitando a data costumeira de renegociação de acordos nos Estados Unidos, o massacre dos trabalhadores em Chicago (depois de uma provocação policial) tingiu de sangue a comemoração e fixou a data para o mundo inteiro (exceto para os Estados Unidos, mas isso é outra história).

Independentemente de seu caráter oficialista ou de seu caráter contestatório, com conflito ou com festa, a comemoração do 1º de Maio foi objetivamente a ocasião de uma luta unitária e secular do movimento operário: a redução da jornada de trabalho para oito horas diárias.

Essa luta foi vitoriosa e é hoje um marco do processo civilizatório.

Este ano aqui no Brasil, dadas as condições anormais pelas quais passam a sociedade, o mundo político e as instituições, o 1º de maio será igual aos anteriores e muito diferente.

Será igual porque as pautas sindicais apresentadas em todos os eventos comemorativos serão unitárias, de denúncia, de resistência e de reivindicações.

Será diferente porque, dadas as condições, os eventos além de divididos geograficamente (o que tem sido costumeiro), marcarão a curto prazo a divisão do movimento sindical em dois grandes blocos aguerridos em suas linhas políticas.

Devemos nos inspirar na própria trajetória dos 130 anos de comemorações do 1º de Maio e trabalhar com paciência e com sagacidade para recompor a unidade de ação do movimento sindical brasileiro. A Argentina de hoje pode nos servir de lição.

A emoção tática não pode predominar sobre a razão estratégica, o imediato não pode vencer o permanente".

João Guilherme, consultor sindical

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03.03.2016
Cidadania
Avazz.org faz petição pela redução da jornada
Blog 40 Horas
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Clique aqui e acesse petição da Avazz (que faz campanhas online por mudanças) solicitando que os deputados, senadores e presidência da República votem e aprovem a redução da jornada de trabalho.

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22.01.2016
Cidadania
Vamos às ruas pela redução da jornada
Blog 40 Horas
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Acho que estamos muito parados e temos sim que ir à luta, pois esperamos muito para que seja feita a boa vontade dos parlamentares votarem a PEC que reduzirá a jornada de trabalho.

É hora de irmos às ruas e reivindicar como foi na primeira vez que a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas.

QUERO MAIS TEMPO PARA MIM E PARA MINHA FAMÍLIA e com essa jornada excessiva não dá mais!

Por Luiz Reginaldo Moreira de Oliveira

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10.09.2015
Movimento Sindical
Seminário da CNTM em São Paulo debaterá Pauta Trabalhista e Redução da Jornada
CNTM
Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos

 

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26.05.2015
Cidadania
Empresários não querem o bem estar dos trabalhadores
Blog 40 Horas
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Coitados dos trabalhadores desse brasil.ja tem mais de 15 anos que o trabalhador vem sendo iludido por essa pec 231/95, que jamais vai ser votada.isso pq essa bancada de politicos corruptos, na verdade são todos empresários que não quer ver o bem estar do trabalhador.só pensa ficar cada vez mais milhonário.
que deus abençõe toda classe trabalhadora.
sergio - sergio.umeda51@gmail.com

Coitados dos trabalhadores desse Brasil.
Já tem mais de 15 anos que o trabalhador vem sendo iludido por essa pec 231/95, que jamais vai ser votada.
Isso porque esta bancada de políticos corruptos, na verdade, são todos empresários que não querem ver o bem estar do trabalhador, só pensam ficar cada vez mais milionários.

Que Deus abençõe toda classe trabalhadora!

por Sérgio

 

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