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Blog 40 Horas
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Mensagens de Blog 40 Horas
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11.07.2018
Movimento Sindical
Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora defende jornada de 40 horas semanais

http://cntm.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Agenda-Prioritaria-da-Classe-Trabalhadora-2018.pdf

Clique no link acima e acesse o pdf com as 22 reivindicações da "Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora por Democracia, Soberania e Desenvolvimento com Justiça Social: Trabalho e Emprego no Brasil". O item 5 reivindica: Definir a jornada de trabalho em 40 horas semanais.

 

 

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19.08.2017
Trabalho
Redução da Jornada de Trabalho: uma luta do passado, presente e futuro

https://www.dieese.org.br/notatecnica/2010/notatec87ReducaoJornadaTrabalho.pdf

Nota Técnica Número 87 – é de abril de 2010, mas vale a pena ler de novo...e negociar, resistir e avançar...

Como é sabido, a Campanha Nacional pela Redução da Jornada, promovida pelas Centrais Sindicais brasileiras, com apoio técnico do DIEESE, visa à redução do limite máximo da jornada de trabalho em vigor no país de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salários.

Iniciada em 2003, a Campanha se insere em uma história de lutas dos trabalhadores muito antiga – que remonta aos tempos da primeira revolução industrial, quando se trabalhava por até 16 horas por dia –, e, ao mesmo tempo, muito atual.

Atualmente, devido a diversas mudanças na forma de organização do trabalho, e também na sociedade de forma mais ampla, a questão do tempo de trabalho coloca-se novamente no centro da discussão.

Esta nota técnica tem como objetivo dar continuidade à discussão sobre o tempo de trabalho, abordando o papel da macro e micro regulação na determinação de regras e as garantias sobre o tempo de trabalho.

Ou seja, sobre o papel da legislação e da negociação coletiva na regulamentação do tempo de trabalho. Num primeiro tópico serão retomados, brevemente, elementos da luta histórica dos trabalhadores.

Em seguida, será visto o contexto atual no Brasil em relação ao tempo de trabalho. Por fim, serão discutidas as mudanças necessárias na legislação e nos acordos e convenções coletivas de trabalho. 

https://www.dieese.org.br/notatecnica/2010/notatec87ReducaoJornadaTrabalho.pdf

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20.01.2017
Movimento Sindical
Pauta Trabalhista defende 40 horas, sem redução salarial

Para gerar emprego, qualidade de vida e mais saúde para o trabalhador.

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20.07.2016
Movimento Sindical
Tendências sobre o tempo de trabalho no Século XXI

Clique aqui ou na imagem abaixo para acessar pdf

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19.07.2016
Val Gomes
Uma ilustração em defesa das 40 horas semanais

 


Ilustração: Val Gomes

 

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12.07.2016
Movimento Sindical
40 horas semanais: Centrais Sindicais intensificam campanha

40 horas semanais: Centrais Sindicais intensificam campanha
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thumbnail_banner_reducaodajornadaCrédito: Foto Montagem Força Sindical
Defesa da jornada de 60 horas pela CNI provoca indignação nos dirigentes sindicais
A proposta do presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Robson Braga de Andrade, feita ao governo, de aumentar a jornada semanal de trabalho de 44 horas para 60 horas (12 horas diárias), provocou a indignação e o repúdio das Centrais Sindicais e reacendeu a luta pela jornada de 40 horas semanais. Trabalhar 40 horas semanais está em consonância com o que há de mais moderno, sem comprometer a competitividade no mundo, pois países como Canadá, Estados Unidos e Suécia adotam este modelo.
Um dos inúmeros benefícios da redução de 44 horas para 40 horas semanais de trabalho, sem redução de salários, é a criação de um círculo virtuoso, pois gera empregos no País, especialmente neste período de crise econômica. “É uma medida excelente para a população e também para as empresas, que terão a chance de aumentar seus lucros, já que o emprego está diretamente ligado ao consumo de bens. Em resumo: todo mundo ganha”, declara Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical e deputado federal pelo Solidariedade – São Paulo.
“Com 44 horas semanais de trabalho, incluindo as duas horas extras permitidas pela legislação, a jornada brasileira vai até 54 horas e, por este motivo, temos de intensificar a mobilização para as 40 horas se tornarem realidade. Fruto desta pressão e negociações coletivas, temos, hoje, mais de 30 categorias usufruindo das 40 horas ”, declara João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical. A redução da jornada desperta o interesse de todos os trabalhadores que desejam conviver mais com a família, estudar mais, ter lazer e descanso.
“O crescimento econômico é sempre determinado pela demanda. Neste sentido, o emprego gerado pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários tem, por um lado, potencial de puxar o crescimento econômico, e, por outro, tem um componente redistributivo. Ademais, o Brasil possui um número elevadíssimo de assalariados trabalhando mais do que a jornada legal. Em 2015, em São Paulo, este número chegou a 25,3%; em Salvador, este número chegou a 34,7%”, segundo a PED/Dieese.
Aqui estamos tratando de jornada efetiva. A análise ‘Custo do Trabalho, produtividade e competitividade: evolução recente e comparações internacionais’, da CNI, elaborado com dados do Bureau of Labor Statistics (BLS), sobre o custo do trabalho, constata que o custo do trabalho no Brasil é relativamente baixo, sobretudo se comparado a países como os EUA e a Zona do Euro: enquanto no Brasil o custo é US$ 11,20 por hora, na Zona do Euro o custo é de US$ 41,27, nos EUA US$ 35,67 e na Argentina US$ 18,87”, observa Altair Garcia, técnico do Dieese.

Defesa da jornada de 60 horas pela CNI provoca indignação nos dirigentes sindicais

A proposta do presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Robson Braga de Andrade, feita ao governo, de aumentar a jornada semanal de trabalho de 44 horas para 60 horas (12 horas diárias), provocou a indignação e o repúdio das Centrais Sindicais e reacendeu a luta pela jornada de 40 horas semanais. Trabalhar 40 horas semanais está em consonância com o que há de mais moderno, sem comprometer a competitividade no mundo, pois países como Canadá, Estados Unidos e Suécia adotam este modelo.

Um dos inúmeros benefícios da redução de 44 horas para 40 horas semanais de trabalho, sem redução de salários, é a criação de um círculo virtuoso, pois gera empregos no País, especialmente neste período de crise econômica. “É uma medida excelente para a população e também para as empresas, que terão a chance de aumentar seus lucros, já que o emprego está diretamente ligado ao consumo de bens. Em resumo: todo mundo ganha”, declara Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical e deputado federal pelo Solidariedade – São Paulo.

“Com 44 horas semanais de trabalho, incluindo as duas horas extras permitidas pela legislação, a jornada brasileira vai até 54 horas e, por este motivo, temos de intensificar a mobilização para as 40 horas se tornarem realidade. Fruto desta pressão e negociações coletivas, temos, hoje, mais de 30 categorias usufruindo das 40 horas ”, declara João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical. A redução da jornada desperta o interesse de todos os trabalhadores que desejam conviver mais com a família, estudar mais, ter lazer e descanso.

“O crescimento econômico é sempre determinado pela demanda. Neste sentido, o emprego gerado pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários tem, por um lado, potencial de puxar o crescimento econômico, e, por outro, tem um componente redistributivo. Ademais, o Brasil possui um número elevadíssimo de assalariados trabalhando mais do que a jornada legal. Em 2015, em São Paulo, este número chegou a 25,3%; em Salvador, este número chegou a 34,7%”, segundo a PED/Dieese.

Aqui estamos tratando de jornada efetiva. A análise ‘Custo do Trabalho, produtividade e competitividade: evolução recente e comparações internacionais’, da CNI, elaborado com dados do Bureau of Labor Statistics (BLS), sobre o custo do trabalho, constata que o custo do trabalho no Brasil é relativamente baixo, sobretudo se comparado a países como os EUA e a Zona do Euro: enquanto no Brasil o custo é US$ 11,20 por hora, na Zona do Euro o custo é de US$ 41,27, nos EUA US$ 35,67 e na Argentina US$ 18,87”, observa Altair Garcia, técnico do Dieese.

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