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12.02.2010
Movimento Sindical
A mobilização pelas 40h tem que continuar, afirma Paulinho

 

www.sindmetal.org.br

Paulinho, presidente da Força Sindical 

“Partidos de esquerda já fecharam questão em prol das 40h”, afirma Paulinho

À frente das negociações para que a PEC 231/95 entre em pauta, o presidente da Força Sindical e deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) avalia como positiva as articulações que já foram feitas. “Os partidos de esquerda já fecharam questão em prol das 40 horas semanais”, afirma em entrevista ao V.T. Mas, reforça: a mobilização tem que continuar.

V.T. - Qual é a expectativa das centrais frente à reunião desta terça-feira, 9?

Paulinho - Estamos num processo de esclarecimento visando sensibilizar os parlamentares a colocar em votação a PEC da redução da jornada de trabalho. Este ano é de eleição. É o momento de pressionarmos o Congresso a aprovar esta medida, que só trará benefícios para o País. Um deles é a geração de novos postos de trabalho.

V.T. - Qual foi o resultado das articulações com as lideranças dos partidos PT, PSB, PC do B e PTB, travadas na última terça?

Paulinho - Conseguimos adesão dos líderes de todos estes partidos. Acreditamos que iremos ter outras nos próximos dias. Os partidos de esquerda já fecharam questão em prol das 40 horas semanais sem redução salarial.

V.T. - O PDT já declarou que vai obstruir a pauta. Os demais partidos com que conversaram concordam com essa estratégia?

Paulinho - Nossa intenção é forçar uma negociação e a votação desta matéria. A PEC das 40 horas está pronta para ir a Plenário. A obstrução é o início de um processo.

V.T. - Começa a surgir algumas propostas alternativas a implantação das 40 horas imediatamente. Uma delas é escalonar a aplicação. Há possibilidade de a Força concordar com essa proposta? Em que termos?

Paulinho - Temos que ter consciência de que estamos num meio de um processo e a negociação sempre faz parte do processo. A pressão deve continuar forte com vigília no Congresso, atos e manifestações nas fábricas e pressão junto aos parlamentares. Durante o processo o escalonamento da diminuição de horas pode até ir para a mesa de negociação. O que queremos é iniciar o processo de negociação com os empresários.

V.T. - Enquanto acontece a pressão no Congresso, qual é a tarefa dos trabalhadores nas bases?

Paulinho - Os trabalhadores devem estar mobilizados, cobrar dos parlamentares. Os sindicatos devem ficar atentos e esclarecer os trabalhadores sobre esta luta. As entidades também podem se antecipar e iniciar o processo de redução nas fábricas. O importante é participar de atos, das manifestações e levar sempre esta bandeira de luta.

Clique aqui para assistir a entrevista de Paulinho sobre as 40h à rádio e à TV Câmara

Fonte: www.sindmetal.org.br

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22.01.2010
Política
Movimento sindical define agenda de lutas 2010


Foto de Iugo Koyama

Reunião das centrais sindicais

Escrito por Assessoria de Imprensa da Força Sindical
www.fsindical.org.br


O movimento sindical brasileiro terá duas datas importantíssimas em sua agenda neste ano.

No próximo dia 2 de fevereiro, cerca de 300 dirigentes das centrais sindicais – Força Sindical, CUT, CTB, CGTB, UGT e NCST – estarão na abertura dos trabalhos do Congresso Nacional para pressionar os parlamentares a colocar na pauta de votação a redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas.

No dia 1º de junho, será realizada a Conferência Nacional das Classes Trabalhadoras, na qual será apresentado um documento sobre o País que os trabalhadores querem e que tipo de desenvolvimento reivindicam. O documento será entregue a candidatos a presidente da República.

A PEC (Proposta de Emenda a Constituição) 231/95, que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 horas para 40 horas, está pronta para ser votada pelo plenário da Câmara dos Deputados, mas até agora não foi incluída, apesar das mobilizações feitas pelos trabalhadores. 

“Queremos que a proposta seja votada ainda neste primeiro semestre”, declarou Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical.

Artur Henrique, presidente da CUT, considera importante lutar pela inclusão das 40 horas na pauta de votação da Câmara dos Deputados, ao mesmo tempo que sindicatos, federações e confederações organizam mobilizações nas bases.

Nesta quinta-feira, dia 21, as confederações dos metalúrgicos da Força Sindical e da CUT se reunirão para definir estratégia para negociar com os patrões acordo pela jornada de 40 horas semanais, segundo Clementino Vieira, presidente da CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos).

Em São Paulo, a categoria já está realizando mobilizações nas fábricas reivindicando as 40 horas, informou Miguel Torres, presidente do Sindicato.

"Vamos buscar negociações coletivas fora das datas-base e se não houver negociações faremos greves", disse João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical.

Eleições

Para Wagner Gomes, presidente da CTB, o documento a ser desenvolvido pelas centrais será focado na valorização do trabalho e na distribuição de renda. "É importante a participação dos trabalhadores no debate do documento", disse Carlos Alberto Pereira, da CGTB, ao justificar o envio ao documento para debate nos estados antes de ser apresentado na Conferência Nacional.

"Vamos substituir a Marcha da Classe Trabalhadora que fazemos todos os anos para Brasília pela Conferência", explicou Francisco Canindé Pegado, da UGT. Já Luis Antonio Festino, da NCST, observou que esta ação só será possível com a unidade das centrais sindicais.

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07.12.2009
Movimento Sindical
Isto É destaca liderança de Paulinho na luta pelas 40horas

Edição 2091 - 9 de dezembro de 2009 - Páginas 154 e 155

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Segundo a Revista Isto É, Edição 2091 - 9 de dezembro de 2009 - Páginas 154 e 155:

"...Paulinho é hoje, indubitavelmente, a cara do sindicalismo brasileiro. Nenhum dirigente sindical no País personifica junto à opinião pública o movimento como ele, nem mesmo os históricos ex-presidentes da CUT que seguiram carreira política, como o hoje deputado federal Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (PT-SP), ou o atual prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PTSP). "Sou independente do governo e a Força Sindical não ficou à mercê do Planalto como a CUT está hoje", diz Paulinho, ao explicar a razão de sua ascensão no movimento sindical....

...O fato é que a maior bandeira do movimento neste momento, a redução da jornada de trabalho para 40 horas, está nas mãos de Paulinho. A redução é uma reivindicação antiga da CUT, mas os protestos da central já não ecoam como antes. Pelo menos, até o momento, aos olhos da opinião pública, quem encabeça a discussão que entrará na pauta em 2010 é o sindicalista que integrou a coordenação da campanha para a reeleição de FHC e garante nunca ter votado em Lula. "Nem nas últimas eleições. Em 2006, fui de Alckmin", diz ele."

Veja matéria completa em http://www.cntm.org.br/materia.asp?id_CON=4521

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09.11.2009
Movimento Sindical
6ª Marcha a Brasília vai pressionar o Congresso Nacional pela jornada de 40 horas semanais

A redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas será a principal reivindicação de milhares de trabalhadores de todos os estados que participarão da 6ª Marcha da Classe Trabalhadora, no próximo dia 11 de novembro.

Organizada pela Força Sindical, CUT, CTB, CGTB, NCST e UGT, a 6ª edição da Marcha terá início às 9 horas no Estádio Mané Garrincha e termina com um ato em frente ao Congresso Nacional.

A Marcha, realizada pela unidade das centrais sindicais, sempre foi um instrumento de pressão para obter conquistas. Uma delas foi a política de valorização do salário mínimo que irá vigorar até 2023. Este projeto, que está em tramitação no Congresso Nacional, precisa ser aprovado.

"Nossa expectativa é que neste ano mais trabalhadores participem da Marcha. Será uma oportunidade para mostrar ao Congresso Nacional e a sociedade brasileira que queremos a jornada de 40 horas. A 6ª edição da Marcha será apenas uma pequena demonstração da grande vontade nacional, que verificamos nas fábricas de todos segmentos pela redução da jornada", declara Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical.

As reivindicações dos trabalhadores nesta Marcha são as seguintes:

Redução da jornada semanal de trabalho para 40 h (aprovação do PL 01/07)

Ratificação das Convenções 151 e 158, da OIT

Não a precarização – Retirada dos PLS sobre terceirização 4302/98 e 4330/04

Aprovação da PEC 438/01

Trabalho Escravo

Trabalho Decente

O pré-sal é nosso


Por Assessoria de Imprensa da Força Sindical
www.fsindical.org.br


 
 

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