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04.02.2010
Movimento Sindical
Dirigentes da CNTM em Brasília para pressionar pelas 40h
Blog 40 Horas
Arte Jaws Digital

Foto de Daniel Cardoso

Miguel Torres (presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo), Clementino Vieira (presidente da CNTM)
e Pedrinho no Congresso Nacional em defesa da redução da jornada


Nos dias 2 e 3 de fevereiro, cerca de 1.500 sindicalistas representando todas as centrais sindicais fizeram em vigília no Congresso Nacional pela redução da jornada.

Daniel Cardoso

Paulinho, Janta, Pereira e Clementino buscam apoio parlamentar às 40h

"Vamos intensificar a luta pela aprovação da PEC 231/95, que reduz a jornada semanal de trabalho para 40 horas", informou Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical.

Os dirigentes da CNTM também estão presentes, sob a liderança do presidente da Confederação Clementino Vieira.

Daniel Cardoso

Clementino Vieira, presidente da CNTM, e demais lideranças sindicais na luta pelas 40h

“Vamos reivindicar a redução da jornada diretamente no setor metalúrgico, em todo o País, fábrica por fábrica, organizando os trabalhadores e procurando inserir esta cláusula nas negociações com os patrões. Faremos greves e atos de protesto para o Congresso Nacional sentir a pressão popular e a força dos trabalhadores. Nossa proposta é justa para o Brasil porque vai gerar cerca de 2,2 milhões de novos postos de trabalho”, informa Clementino.

Daniel Cardoso

Manifestantes na vigília em defesa das 40 horas semanais

O movimento sindical decidiu atuar em várias frentes: mobilização nos locais de trabalho, pressão para os patrões negociarem a jornada de 40 horas e vigília permanente no Congresso para conquistar o apoio dos parlamentares.

Daniel Cardoso

Reunião com o presidente da Câmara, deputado Michel Temer, para negociar uma data para a votação

Para Edison Venâncio, secretário-geral de  relações internacionais da CNTM, "vamos intensificar as manifestações pela redução da jornada. Uma medida a favor da geração de empregos e qualidade de vida para o trabalhador brasileiro".

"É crucial a participação da categoria metalúrgica nesta luta unitária das centrais pela redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução salarial, para gerar emprego e mais qualidade de vida para a classe trabalhadora", diz Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes. 

Os dirigentes sindicais e o presidente da Câmara, Michel Temer, discutiram a votação da jornada de 40 horas. Temer disse que irá conversar com o setor patronal na segunda-feira, dia 8.

Por Assessorias de Imprensa da CNTM www.cntm.org.br
Força Sindical www.fsindical.org.br
Federação dos Metalúrgicos de SP www.fedmetalsp.org.br

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02.02.2010
Movimento Sindical
Movimento sindical em Brasília para pressionar pelas 40 horas
Blog 40 Horas
Arte Jaws Digital

A partir desta terça-feira, 2 de fevereiro, cerca de mil sindicalistas de todas as centrais sindicais brasileiras farão uma vigília no Congresso Nacional, em Brasília, para exigir dos parlamentares a aprovação da PEC (proposta de emenda constitucional) 231/95, que reduz a jornada semanal de trabalho para 40 horas.

Os sindicalistas vão reunir-se às 14 horas no Salão Verde da Câmara dos Deputados.

“Vamos intensificar a luta pela aprovação da PEC 231/95, pois a participação de todos os trabalhadores será decisiva para a vitória”, afirmou Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical.

Os trabalhadores decidiram atuar em várias frentes: mobilização nos locais de trabalho, pressão para os patrões negociarem a jornada de 40 horas e vigília permanente para sensibilizar os parlamentares no Congresso Nacional.


Foto de Iugo Koyama
Clementino Vieira, presidente da CNTM

“Faremos greves e atos de protesto para o Congresso Nacional sentir a pressão popular e a força dos trabalhadores. Nossa proposta é boa para o Brasil porque vai gerar cerca de 2,2 milhões de novos postos de trabalho”, afirma o presidente da CNTM, Clementino Vieira.

www.fsindical.org.br
www.cntm.org.br  

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27.01.2010
Movimento Sindical
40 horas porque o Brasil precisa gerar 2 milhões de novas vagas
Blog 40 Horas
Arte Jaws Digital

Em 1988 quando os trabalhadores brasileiros se organizaram e pressionaram o Congresso Constituinte pelas 44 horas semanais (antes trabalhávamos 48 horas por semana), os patrões organizaram uma campanha contra o Brasil e nós trabalhadores.

Para os patrões e seus porta-vozes, o Brasil pararia caso fossem adotadas as 44 horas semanais. Haveria desemprego, ninguém mais contrataria novos trabalhadores e o caos econômico se instalaria no Pais.

Passados 20 anos, ficou provado que a campanha dos patrões contra a redução da jornada de 48 horas para 44 horas, sem redução de salário, era terrorista e mentirosa. O Brasil nunca progrediu tanto nestes últimos 20 anos. Com ganhos em todos os aspectos, seja na produtividade dentro das empresas, na qualificação dos nossos trabalhadores e, até mesmo, na lucratividade das empresas que antes eram contra a redução da jornada.

Agora, vamos avançar para as 40 horas semanais. A gritaria dos patrões tenta repetir o terrorismo de 1988. Claro que não vai adiantar pois os trabalhadores estão cada vez mais organizados.

Agora, temos nossas centrais sindicais reconhecidas. Temos nossa imprensa ativa e que chega às fábricas. Temos muito mais liberdade de organização dentro e fora das fábricas.

Além disso, vivemos agora um ano eleitoral. E sabemos, direitinho, como funcionam os mecanismos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Por isso, reproduzimos nesta página os telefones e e-mails das lideranças dos partidos. São estes deputados e senadores que têm que colocar em pauta a votação das 40 horas semanais. E serão eles os responsáveis caso a Câmara dos Deputados e o Senado Federal não aprovem a redução da jornada, sem redução de salários.

Queremos 40 horas semanais para passar mais tempo com nossas famílias, ajudar nossos filhos nas lições de casa, viver mais a nossa própria vida e gastar um tempinho com a gente na própria requalificação profissional.

Os patrões, por enquanto, só apostam no terrorismo. Mas nós, trabalhadores, vamos apostar na democracia e na pressão em cima dos deputados federais e senadores, que virão até nós em busca dos votos da reeleição. E só terão nossos votos se aprovarem, antes das eleições, as 40 horas semanais. Para gerar mais de 2 milhões de novos empregos.

Cícero Martinha, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá

Fonte: Andressa Besseler

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22.01.2010
Política
Movimento sindical define agenda de lutas 2010
Blog 40 Horas
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Foto de Iugo Koyama

Reunião das centrais sindicais

Escrito por Assessoria de Imprensa da Força Sindical
www.fsindical.org.br


O movimento sindical brasileiro terá duas datas importantíssimas em sua agenda neste ano.

No próximo dia 2 de fevereiro, cerca de 300 dirigentes das centrais sindicais – Força Sindical, CUT, CTB, CGTB, UGT e NCST – estarão na abertura dos trabalhos do Congresso Nacional para pressionar os parlamentares a colocar na pauta de votação a redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas.

No dia 1º de junho, será realizada a Conferência Nacional das Classes Trabalhadoras, na qual será apresentado um documento sobre o País que os trabalhadores querem e que tipo de desenvolvimento reivindicam. O documento será entregue a candidatos a presidente da República.

A PEC (Proposta de Emenda a Constituição) 231/95, que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 horas para 40 horas, está pronta para ser votada pelo plenário da Câmara dos Deputados, mas até agora não foi incluída, apesar das mobilizações feitas pelos trabalhadores. 

“Queremos que a proposta seja votada ainda neste primeiro semestre”, declarou Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical.

Artur Henrique, presidente da CUT, considera importante lutar pela inclusão das 40 horas na pauta de votação da Câmara dos Deputados, ao mesmo tempo que sindicatos, federações e confederações organizam mobilizações nas bases.

Nesta quinta-feira, dia 21, as confederações dos metalúrgicos da Força Sindical e da CUT se reunirão para definir estratégia para negociar com os patrões acordo pela jornada de 40 horas semanais, segundo Clementino Vieira, presidente da CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos).

Em São Paulo, a categoria já está realizando mobilizações nas fábricas reivindicando as 40 horas, informou Miguel Torres, presidente do Sindicato.

"Vamos buscar negociações coletivas fora das datas-base e se não houver negociações faremos greves", disse João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical.

Eleições

Para Wagner Gomes, presidente da CTB, o documento a ser desenvolvido pelas centrais será focado na valorização do trabalho e na distribuição de renda. "É importante a participação dos trabalhadores no debate do documento", disse Carlos Alberto Pereira, da CGTB, ao justificar o envio ao documento para debate nos estados antes de ser apresentado na Conferência Nacional.

"Vamos substituir a Marcha da Classe Trabalhadora que fazemos todos os anos para Brasília pela Conferência", explicou Francisco Canindé Pegado, da UGT. Já Luis Antonio Festino, da NCST, observou que esta ação só será possível com a unidade das centrais sindicais.

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18.01.2010
Movimento Sindical
Metalúrgicos de São Paulo começam mobilização pelas 40 horas
Miguel Torres
Presidente da CNTM e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e vice-presidente da Força Sindical

Cerca de mil trabalhadores metalúrgicos presentes ao Encontro de Delegados Sindicais da categoria, realizado na sexta-feira, 15 de janeiro, no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi, aprovaram as bandeiras de luta da categoria para 2010, tendo como prioridade a redução da jornada de trabalho para 40h semanais, sem redução de salário.

A mobilização para a conquista desta reivindicação para toda a categoria terá início nesta semana, com a realização de assembleias nas fábricas e convocação de manifestações nas ruas.

“Não vamos esperar pelo Congresso Nacional. Vamos mobilizar os trabalhadores e pressionar para que as empresas negociem. Vamos buscar o diálogo, mas iremos à greve, fábrica por fábrica, se for preciso, para garantir o atendimento desta importante reivindicação dos trabalhadores”, disse Miguel Torres, presidente do Sindicato.

A pauta de bandeiras aprovadas inclui a estabilidade para o delegado sindical, o trabalho decente, mais segurança nas fábricas, fim das contratações irregulares e aumento real de salário, entre outras.

SELO - O Encontro foi também uma comemoração ao Dia do Delegado Sindical, criado no 11º Congresso da categoria, realizado no ano passado, em memória de Manoel Fiel Filho, trabalhador metalúrgico morto em 17 de janeiro de 1976 nas dependências do DOI-CODI durante a ditadura militar.

Em sua memória, o Sindicato lançou um selo comemorativo e rendeu-lhe uma homenagem na pessoa de sua esposa, Thereza Martins Fiel; da filha, Marcia Fiel, e do neto, Gabriel, presentes ao evento.

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16.12.2009
Cidadania
Distribuição de Renda
Blog 40 Horas
Arte Jaws Digital

Concordo plenamente com a redução da jornada. Essa é uma das formas para ser melhor distribuida a renda do Pais.

PorRUBENS DE SOUZA SALES

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